A “Fábrica de Cortiça Robinson” proporcionou trabalho e sustendo a centenas de pessoas, durante várias gerações. A minha avó paterna ainda lá trabalhou e eu ainda me lembro de ver fumo branco e fumo negro a sair destas chaminés. Fumo que, por vezes, cobria toda a cidade. Fumo que significava que ainda se trabalhava naquele edifício. Fumo que, a pouco e pouco, foi desaparecendo, como muitas coisas na cidade.
No domingo passado lá consegui ter oportunidade para tentar algo que andava à procura á muito tempo: fotografar com nevoeiro. Quanto mais depressa preparasse o material, por volta das 8h da manhã, mais depressa o nevoeiro se ia embora…
Ainda assim, lá consegui um pequeno registo, longe do que eu pretendia.
Para mais informações, vale a pena ler:


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